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De Olho na Saude - Semana Nacional de Combate ao Glaucoma

26/05/2014

Assessoria de Comunicação - Dia  25/05/2014 às 15h

 

O QUE É

Quando vemos um objeto, a imagem é transmitida do olho ao cérebro através do nervo óptico. Esse nervo funciona como um cabo elétrico, contendo cerca de milhões de fios que levam a mensagem visual lateral ou periférica e também a visão central, usada para leitura. O Glaucoma pode destruir gradativamente esses fios elétricos, causando pontos cegos na área de visão. O Glaucoma pode não provocar dor e os portadores dessa doença só percebem sua existência quando os danos são graves e irreversíveis. Se todo o nervo óptico for destruído, irá ocorrer uma cegueira definitiva. É mais frequente encontrar o Glaucoma em pessoas com idade acima dos 40 anos e de pele negra. Quando há registro familiar de Glaucoma, os pacientes devem ser examinados anualmente. O Glaucoma pode ser secundário a outras doenças e ao uso indiscriminado de determinados medicamentos como os corticoides.

FORMAS DA DOENÇA

O tipo mais comum de Glaucoma é o Crônico Simples, que não causa sintomas e seu diagnóstico se dá através do exame oftalmológico. Chamamos de Glaucoma agudo geralmente no casa de ângulo fechado, ou seja quando há aumento súbito e relevante da pressão ocular. Nesses casos, a dor e a perturbação da visão estão presentes e requerem pronto atendimento. O Glaucoma pode ser de ângulo aberto, ângulo fechado, congênito ou secundário. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.

TRATAMENTO

A consequência do Glaucoma não-tratado é a perda do campo visual periférico e, posteriormente, a perda da visão central. O Glaucoma pode ser secundário a outras doenças e ao uso indiscriminado de determinados medicamentos como os corticoides. O tratamento do Glaucoma é clínico para a maioria dos pacientes (colírios que atuam baixando a pressão ocular). O tratamento pode ser cirúrgico ou por laser para os casos que não respondem aos medicamentos. O objetivo é reduzir a pressão intraocular, seja pela diminuição da produção do humor aquoso ou pelo aumento da saída desse líquido do olho. Dessa forma, haverá proteção do nervo óptico e, em consequência, a manutenção da visão do paciente.

SAIBA MAIS

Chamamos de hipertensão ocular e não de Glaucoma quando a pressão está elevada e o campo de visão e o nervo óptico aparecem como normais. A pressão intraocular varia durante o dia, sendo mais elevada na maioria das pessoas nas primeiras horas da manhã. Assim sendo, ao lado do valor absoluto, é importante o conhecimento da variação da pressão para controle da doença.